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Sou Wanuza Claudett, sou Orientadora Educacional, trabalho na DRE Araguaína.

domingo, 17 de outubro de 2010

Plano de Aula- Bullyng não é brincadeira

BULLYNG NÃO É BRINCADEIRA



MODALIDADE/NÍVEL DE ENSINO – ENSINO FUNDAMENTAL I
COMPONENTE CURRICULAR - ÉTICA
TEMA – Respeito Mútuo


O que aluno poderá aprender com esta aula?
Adotar atitudes de respeito com o próximo. Perceber a importância de ter um bom convívio social, de conhecer valores e regras. O objetivo da será esclarecer: O que significa bullying; de que maneiras o bullying pode acontecer na escola; quais são as conseqüências de quem pratica e de quem sofre bullying na escola; como colaborar com a escola para que este problema seja superado.
Duração das atividades
4 aulas de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
O professor fará previamente questionamentos pertinentes à violência e guerras no mundo. Porque elas acontecem? Demonstrando que pequenas guerras ocorrem também em nosso cotidiano, e que muitas vezes estão relacionadas à nossa atitude perante a sociedade.
Estratégias e recursos da aula
Para contextualizar o assunto, serão elaboradas previamente pequenas cenas que expressem ações de bullying na escola. Na forma de dramatização, os alunos separados e em grupos, terão que representar para toda a turma as cenas descritas pelo professor (a). Neste momento não há necessidade de apresentar o conceito "bullying" através de slides, pois o objetivo é promover uma discussão e reflexão acerca dos atos de violência, humilhação e perseguição ocorridos no cotidiano escolar.
Após as apresentações, será apresentado através de slides um filme com animais, em que fala como surgiu o bullying entre as pessoas, bem como os tipos e consequências desta prática dentro do cotidiano escolar.
Ao final, faremos algumas perguntas aos alunos, como:
• Essas atitudes são comuns em nossa escola?
• Alguém já presenciou alguma cena como essa, seja em sala de aula, no pátio, ou no recreio?
• Como isso aconteceu?
• Alguém já foi vítima de ações como está em nossa escola?
• O que significa Bullying?
• O que significa ser vítima de bullying?
• O que significa ser agressor (aquele que pratica bullying)?
• O que significa ser testemunha do bullying?
• Quais os tipos de bullying existentes na escola?
• O que fazer para não ser vítima desse tipo de violência?
• Como ajudar meus colegas e minha escola a superar este problema?
Após a apresentação dos slides e questionamentos, será disponibilizado um material “Cartilha sobre Bullying” que será reproduzido e trabalhado com os alunos. O professor fará leitura com todo o grupo e poderá explicar cada situação. A instrumentalização é o caminho pelo qual o conteúdo sistematizado é posto à disposição dos alunos para que o assimilem e o recriem e, ao incorporá-lo, transformem-no em instrumento de construção pessoal e profissional (Gasparin, 2007, p.53).

Ao término da leitura, os alunos serão divididos em grupos, para criarem cartazes que ilustrem as situações de bullying na escola. Bem como, frases que retratem o tema. Cada grupo poderá ilustrar uma situação, seja de vítima, de agressor, testemunha, etc. Esses cartazes ficaram em exposição em sala de aula, bem como nos corredores da Unidade Escolar.
A prática social final pretende evidenciar uma nova postura do aluno perante uma situação de “bullying” que acontece no ambiente escolar. Neste caso, sugerimos que seja elaborado com a turma um plano de ação que especifique, com base no conteúdo trabalhado, o que cada aluno, ou grupos de alunos, fará em sua prática diária, em seu cotidiano. É um compromisso assumido pelo aluno, que poderá ocorrer dentro da própria escola, como também em casa com seus colegas e vizinhos.

Avaliação
Como critérios avaliativos serão considerados os índices de envolvimento do aluno no decorrer das aulas, bem como seu empenho em participar das atividades propostas e suas atitudes de reconhecimento que somos seres dotados de direitos, mas principalmente, temos deveres que precisam ser cumpridos para que o respeito prevaleça nas relações sociais, seja na escola, na família e na sociedade.


Bullyng na Escola

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Comentários Sobre o Plano de Aula

O planejamento faz parte da vida do professor, e a realização deste com recursos tecnológicos é muito bom, uma vez que com a globalização, as aulas realizadas de maneira tradicional, já não surtem efeitos na vida escolar dos discentes.
No meu cotidiano, estes recursos são utilizados com freqüência, em que são bem aceitos pelos alunos, se sentem motivados pela inovação e criatividade.
Este projeto foi realizado de forma satisfatória, os alunos demonstraram com muita naturalidade as suas raízes, cada grupo com suas cantigas preferidas. E isto é importante, deixar que o aluno demonstre seu gosto, e que participe de forma contextualizada.
A disciplina trabalhada foi língua portuguesa, em conjunto com história. O conteúdo abordado foi cantigas de roda, em que foram trabalhadas: leitura, oralidade, escrita, como também resgate a cultura de vida dos alunos.
É imprescindível que o professor tenha o aluno como ser ativo, e que já traz de casa uma rica bagagem, e cabe a este facilitador apenas conduzir o processo de ensino e aprendizagem.
Quanto mais deixar este aluno pensar, criar, mais ele crescerá como cidadão crítico.

Plano de aula

Nome do curso: Ensinando e Aprendendo com as TIC
Nome dos Cursistas: Wanuza Claudett Fernandes da Costa Oliveira, Gizélia Vasconcelos, Milton Cesar Moura.
Título da atividade: Planejando atividade com Hipertexto ou Internet
Estrutura Curricular
Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Ensino Fundamental Inicial Língua Portuguesa Cantigas de roda











Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Fazer com que o aluno aprenda a utilizar as tecnologias para pesquisar os diferentes tipos de textos e imagens, associando-os de acordo com o contexto.
Duração das atividades
Duas aulas.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Conhecimentos culturais dos alunos em relação às cantigas de roda.

Sequência didática
ATIVIDADE 1: PROBLEMATIZAÇÃO
Fazer com que os alunos reflitam sobre as cantigas de roda mais conhecidas. Citando suas preferências e quais as que são cantadas pelos seus familiares.



ATIVIDADE 2: ESCUTA DE ALGUMAS CANTIGAS DE RODA

Levar os alunos para o laboratório de informática para que comecem as atividades escutando algumas cantigas de roda.

ATIVIDADE 3: PESQUISA NA INTERNET DAS LETRAS DE ALGUMAS CANTIGAS DE RODA.
• Abrir site de pesquisa para que os alunos descubram as letras de algumas cantigas de roda;
• Pesquisar imagens que estejam de acordo com o texto da cantiga escolhida pelo grupo;
• Pesquisar um vídeo da cantiga de roda em estudo;
• Digitar no Word as letras da cantiga escolhida por cada grupo.
• Elaborar um painel das cantigas digitadas pelos alunos e fazer a exposição.

ATIVIDADE 4: VIVENCIANDO A MAGIA DAS CANTIGAS DE RODA
• Levar os alunos para o pátio e fazer a apresentação de cada grupo.







Cantigas de roda:

Capelinha de melão
Capelinha de melão
É de São João
É de cravo, é de rosa,
É de manjericão

São João está dormindo
Não acorda, não
Acordai, acordai,
Acordai, João!


Caranguejo
Caranguejo não é peixe
Caranguejo peixe é
Caranguejo não é peixe
Na vazante da maré.
Palma, palma, palma,
Pé, pé, pé
Caranguejo só é peixe, na vazante da maré!

As cantigas serão cantadas de acordo com a escolha dos grupos

Recursos Complementares
Data show, computadores, papéis diversos, pincéis, lápis de cor.
Avaliação
A avaliação aconteceu na medida em que as aulas foram sendo realizadas. Sabemos da importância da brincadeira, sendo uma atividade imprescindível para o desenvolvimento da criança. Atualmente, com o uso indiscriminado dos recursos tecnológicos, da mídia e da massificação alienante do povo, resgatar as brincadeiras tradicionais, as antigas cantigas de rodas, as músicas do folclore infantil são extremamente importantes para (re)construção da identidade cultural dos nossos educandos. Assim, o processo avaliativo não está restrito apenas ao aluno. É algo muito complexo, e para o sucesso deste, é preciso que seja realizado com compromisso, considerando a individualidade de cada aluno. É o momento em que nos dedicamos a avaliar não somente o aluno, mas também, de estarmos repensando nossas práticas pedagógicas. Pois, de acordo com Professor Juan Manuel Alvarez Méndez “A avaliação é um processo natural, que nos permite ter consciência do que fazemos, da qualidade do que fazemos e das conseqüências que acarretam nossas ações”.